A inteligência artificial já faz parte dessa rotina. Na CFO Survey 2025 da Deloitte Brasil, 74% dos líderes financeiros afirmaram que pretendem adotar IA generativa nas atividades da área, enquanto 15% já utilizam a tecnologia. Em pesquisa publicada pela McKinsey em 2025, 44% dos CFOs entrevistados disseram usar IA generativa em mais de cinco casos de uso. Os dados mostram que a IA deixou de ser uma promessa distante e passou a ocupar espaço real na agenda financeira das empresas


O novo papel do CFO na era da IA

Durante muito tempo, o CFO foi visto como guardião do orçamento, do controle e da conformidade. Esse papel continua essencial, mas já não basta. Hoje, a liderança financeira participa da estratégia, orienta a alocação de capital e ajuda a empresa a responder com mais velocidade às mudanças do mercado.

A própria Deloitte descreve essa mudança como a transição do CFO de guardião financeiro para agente estratégico de crescimento. Nesse contexto, a IA não substitui o julgamento humano, mas amplia a capacidade de análise, organiza grandes volumes de informação e apoia decisões financeiras com mais rapidez e segurança.
 

Como a IA está sendo usada na prática

Na prática, a IA já apoia o financeiro em frentes muito objetivas, como a análise preditiva aplicada ao fluxo de caixa. Com dados integrados e cenários de previsão, a área financeira consegue antecipar riscos, identificar oportunidades e tomar decisões com mais antecedência.

Outro uso importante está na identificação de padrões de custo, desvios e oportunidades de eficiência. A IA também acelera relatórios, apoia análises recorrentes e reduz tarefas repetitivas, liberando o time financeiro para atuar com mais foco em decisão e estratégia.

A tecnologia para gestão financeira também evoluiu. Hoje, já é possível trabalhar com previsões, simulações e leitura de desvios quase em tempo real, mudando a velocidade com que o financeiro analisa cenários, responde a mudanças e orienta o negócio.


O impacto direto nos resultados

Quando aplicada com critério, a IA melhora a produtividade e também impacta diretamente o resultado. O financeiro reduz retrabalho, ganha mais visibilidade do caixa, acelera rotinas e passa a alocar recursos com mais consciência.

Na pesquisa da Deloitte Brasil, os CFOs associam a IA a benefícios como automação de relatórios financeiros, eficiência operacional, redução de custos, gestão do fluxo de caixa e previsão financeira. Na prática, isso significa menos atraso, menos leitura parcial do cenário e mais capacidade de agir no tempo certo.

Empresas que avançam nesse modelo tendem a responder com mais velocidade. Já aquelas que dependem de processos lentos e análises manuais ficam mais expostas à perda de eficiência e competitividade. É por isso que eficiência financeira com IA deixou de ser um diferencial pontual e passou a ser uma discussão de gestão.

 

O desafio que poucos falam: como viabilizar isso?

Existe, porém, um ponto que costuma ficar fora da conversa. A IA exige uma base tecnológica compatível. Não basta contratar uma ferramenta. É preciso ter estrutura atualizada, sistemas conectados e capacidade de adaptação contínua.

Esse é o tipo de necessidade que cria um dilema financeiro. Se a empresa precisa atualizar tecnologia de forma recorrente, comprar tudo pode pressionar o capital em um momento em que flexibilidade e liquidez fazem diferença. E existe um agravante conhecido por qualquer gestor financeiro: ativos tecnológicos perdem valor e envelhecem rápido.


A mudança de mentalidade financeira

É aqui que a discussão muda. Em vez de pensar apenas em compra, muitas empresas passaram a avaliar o acesso à tecnologia como uma alternativa mais flexível. Na prática, isso significa sair de uma lógica concentrada em CAPEX, com grandes desembolsos iniciais, e considerar um modelo mais próximo de OPEX, com investimento distribuído ao longo do tempo e mais previsibilidade para o caixa.

Essa lógica aproxima a decisão financeira da realidade da tecnologia. Ao pagar pelo uso, em vez de concentrar capital na propriedade, a empresa preserva caixa, ganha previsibilidade e mantém mais flexibilidade para atualizar sua operação quando o negócio pede. Em ciclos curtos de inovação, essa diferença se torna ainda mais relevante e se conecta diretamente ao modelo de locação que a grenke apresenta para empresas no Brasil.


Locação grenke

É nesse ponto que a locação se conecta à discussão. A grenke oferece modelos como o Classic Rent e o Acordo Geral de Locação, que ajudam empresas a acessar tecnologia com mensalidades previsíveis, menos desembolso inicial e mais flexibilidade para atualizar sua operação ao longo do tempo.

Para empresas que precisam acompanhar ciclos rápidos de inovação, a locação pode ser uma alternativa financeira mais leve, preservando capital e mantendo espaço para crescer.


Conclusão

A inteligência artificial já faz parte da agenda financeira. Ela ajuda CFOs a prever melhor, decidir com mais rapidez e operar com mais precisão. Mas esse avanço exige uma base preparada: tecnologia atualizada, sistemas conectados e capacidade de adaptação.

Por isso, a pergunta central já não é apenas se a empresa vai usar IA, mas se o seu modelo financeiro está preparado para sustentar essa evolução com velocidade, previsibilidade e espaço para crescer.

Quer entender como a locação pode ajudar sua empresa a acessar tecnologia com mais flexibilidade e previsibilidade? Fale com um especialista da grenke!